Daiton Meireles


30/01/2006





" Um dia me vieram à cabeça algumas palavras.
Eu as coloquei num papel e vi que aquelas palavras eram uma poesia.
Uma poesia que falava exatamente como eu sou, exatamente como eu penso;
exatamente como eu quero que você me conheça.
Quando nasci, Deus me deu uma sublime missão;
Falar o que o povo sente, das coisas do coração.
Me fez amigo das rimas, das noites, das madrugadas;
Me deu o dom de escrever e essa voz abençoada;
Ele me deu o amor das pessoas e desse amor sou submisso;
Porque o homem é feito de sonhos, ideais e compromissos;
Sou poeta das coisas simples, pois a vida me ensinou;
Eu já falei de terra, mato, de Bem-te-Vi, de Beija-Flor;
Já contei muitas histórias, cotidiano banal;
Sou matuto, sou nato, rio em curso natural;
Tem gente que não gosta, fala mal do que nem viu;
Mas, quem critica o que canto, hã, não conhece o Brasil."

(Zezé di Camargo)

Escrito por Daiton Meireles às 00h49
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